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16 de maio de 2013

Matchmaster Foundation da M.A.C – cor 5.0

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Contei aqui que durante muito tempo usei exclusivamente a base líquida da Natura Una. Despedi-me dela em agosto do ano passado ao comprar duas da Mary Kay, que até hoje não resenhei porque para mim é complicado fazer fotos da base na pele com a minha humilde Cybershot. Até hoje essa era a minha única resenha sobre base. Curiosamente é o post mais acessado do Blog!

Enfim, voltando ao meu dilema sobre bases, em agosto comprei duas Timewise da Mary Kay ( uma de acabamento mate e a outra de acabamento luminoso). Apesar de gostar bastante delas, ainda não estava totalmente satisfeita, pois queria uma base com o mínimo possivel de transferencia e também porque as acho um pouco mais claras do que a cor da minha pele. Então, pesquisei bastante sobre o assunto e sai com uma pequena lista de produtos para testar em Buenos Aires (e comprar no Dutty Free da volta, claro!)

Esta resenha da Karen foi a primeira influência de peso para que a Machmaster entrasse na minha lista, juntamente com Teint Idole Ultra 24h da Lancome e algumas da Revlon. Confesso que foi dificil decidir entre a da MAC e a da Lancome, até porque a diferença de preço era pequena (a da Lancome era apenas U$3 mais cara no DF).

Segunda o site da Sephora, a Machmaster possui uma “nova tecnologia que utiliza pigmentos translúcidos para conferir um acabamento inteiramente personalizado, influenciado pelas sutilezas do seu próprio tom de pele. Acabamento hidratante semi-mate. Cobertura média. Textura suavemente porosa que reduz a aparência das linhas”.

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A embalagem é de vidro e tem o mesmo tipo de dosador que outras linhas da marca têm: gira para destravar e aperta para usar. O dosador é muito eficiente, não desperdiça produto. Entretanto, acho que deveria ter uma espécie de trava de segurança, pois sinto que um movimento indesejado dentro da necessaire pode destravá-la e, com outro movimento indesejado, o pumpt pode ser pressionado e aí é a melequeira está feita!

DSC06092Quantidade de uma dose

A Machmaster tem a proposta de ser uma base cuja tonalidade se adequa ao subtom de cada pele, por isso não existem versões NC ou NW. Ela é vendida em 14 tonalidades descritas por números: 1, 1.5, 2, 3, 4, 5 , 6, 7, 7.5, 8, 8.5, 9, 9.5 e 10. O meu tom é o 5.0. A vendedora ainda cogitou o 4.0, com o argumento que logo o verão passaria, mas achei um tanto clara. Não sabia ela que eu moro numa terra onde sol se faz presente a maior parte do ano e nem que eu sou uma rata de praia. Além do mais, eu já tenho as da Mary Kay que são um pouco mais claras. Então, caso o inverno venha me “branquear”, eu tenho salvação. 

DSC06096DSC06105Aplicação concentrada e esfumada sob luz solar direta  

A consistência é de uma loção, ou seja, um líquido espesso (a grosso modo, seria um creme mais aguado). Proporciona uma cobertura de leve a média que pode ser construída em camadas. Seca rápido, porém permite ser bem esfumada. 

O resultado é uma pele de aspecto aveludado, bem natural. Eu tenho usado apenas uma camada no rosto inteiro e, nas marcas de acne das bochechas, aplico outra camadinha e esfumo bem. Para mim essa forma de aplicar tem sido satisfatória. Eu tenho aplicado com duo fibre face brush da MAC ou com o Flat Top F80 da Sigma, mas rola também de aplicar com os dedos.

 DSC06112DSC06127De cima para baixo, pele sem nenhum produto, e apenas a Matchmaster aplicada do lado direito

Se o tom se ajusta ao subtom da minha pele eu não sei, só sei que gosto muito do resultado. Depois de aplicada fica seca e levinha, tão confortável que nem sinto que estou usando base. Ela deixa a pele com um aspecto aveludado que eu acho bem legal. Não notei atenuação das linhas de expressão.

 DSC06121 DSC06122 De cima para baixo, lado sem base e lado com a Matchmaster

No quesito durabilidade dela acho ela ótima. A Matchmaster resiste com dignidade às minhas noites dançantes (e “suantes”) e transfere, quando em repouso e ambiente mias fresco, ela transfere quase nada (com a pele suada ela transfere, claro, mas sem exagero). Com o passar do tempo ela vai desaparecendo discretamente, sem escorrer ou manchar. 

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Desde fevereiro praticamente só tenho usado a Macthmaster. Apesar de ter achado a base da Lancome incrível (inclusi com um cheirinho gostoso), a Matchmaster me ganhou pelo acabamento aveludado. Seu grande defeito para mim (além do preço salgado), é o cheiro forte de solvente que ainda sinto na minha pele por uns bons 20 minutos (no meu nariz, ela cheira a formol, pena que joguei a caixa fora).

Abaixo, o rosto inteiro com a Matchmaster e, em seguida, uma maquiagem completa para recuperar a dignidade sacrificada nas fotos anteriores.

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Essa boa experiência com a Matchmaster da MAC me animou a provar a Pro Longwear, campeã nos quesitos durabilidade e transferência zero, da qual tenho lido resenhas de amor e ódio, do tipo “fixação excelente, mas repuxa e marca as linhas de expressão”, “seca tão rápido que não dá tempo para esfumar”, Entretanto, a tirar pelas experiências positivas com outros como o corretivo da linha e inclusive o polêmico Ruby Woo, acho que o clima quente e úmido de Salvador me mantém a salvo destes efeitos desagradáveis.

A matchmaster vem com 35 ml de produto e é mais cara que a maioria das bases da marca, perdendo apenas para a Face & Body (que contem 15mL a mais). Em Miami sai por aproximadamente R$ 74.  Aqui no Brasil ela é vendida pela bagatela de R$ 179,00. No DF de Guarulhos eu paguei R$ 90.

Ufa, enfim mais uma resenha de base! Ainda pretendo resenhar as da Mary Kay.

Um abraço,

Evie

13 de agosto de 2012

Base Líquida Natura Una – a despedida

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Base é um produto que raramente uso no meu dia a dia, porque com o eterno calor e umidade daqui de Salvador, quanto menos coisa na cara melhor. Então, costume deixar a dupla primer-base para noites especiais. No dia a dia é hidratante com protetor solar e um pouco de pó matizante.
Comprei a Base Líquida da Natura Una quando do seu lançamento em meados de 2010 e desde então ela tem sido a minha única base. Como ela perdeu a validade no mês passado e eu já andava namorando as da Mary Kay (veja resenhas aqui e aqui) resolvi fazer esta resenha de despedida.
Segundo o fabricante, a Base Líquida da Una “tem alta cobertura, efeito natural, hidratação imediata, fórmula livre de óleo e com FPS 15”.  Além disso ela “deixa sua pele uniforme e com a sensação de estar sem maquiagem. Uma fórmula inovadora e de alta tecnologia, com difusores ópticos e pigmentos tratados, que proporciona acabamento aveludado e uma aparência natural. Sua proteção contra raios UVA e UVB e o exclusivo ativo Elastinol + R melhoram a firmeza e a elasticidade da pele. Acabamento aveludado e uma aparência natural e melhoram a firmeza e a elasticidade da pele. Ideal para todos os tipos de pele”.
São oito opções de cores em embalagem de vidro com aplicador tipo “pump”. Na época eu tinha o mostruário da Diversa e as cores das bases eram as mesmas. Eu escolhi a cor Bege Castanho testando na palma da mão, o que hoje sei que não é o ideal, e ela fica um pouco mais escura do que o ideal. Mesmo assim, gosto do efeito (pior seria ficar mais pálida).
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Ela é um líquido consistente, que não escorre mas que espalha com facilidade, seca rápido na medida, sem risco de deixar a pele manchada. Considero uma boa cobertura, que pode variar de média a alta, a depender de como é construída. Eu (acho) que aplico apenas uma camada e fica bastante uniforme, inclusive camuflando bem pequenas manchas e olheiras leves (veja nas fotos abaixo como ela cobre a cicatriz que tenho no dorso da mão). A minha já está com um cheiro levemente rançoso, mas quando nova tem cheiro normal de matéria-prima.
DSC00807Sem base
DSC00803Com base na luz natural indireta
DSC00804Com base sob a luz direta do sol
Eu já apliquei com os dedos, com esponja de látex, com pincel sintético língua de gato (o pincel padrão de aplicar base) e desde que adquiri o Flat Top Kabuki (F80) da Sigma nunca mais quis saber de outra coisa para aplicar base! Atualmente uso a técnica de pontilhamento seguida de polimento (que a Renata do excelente blog Conversa de Beleza mostrou aqui) usando o mesmo pincel. Vamos então as fotos horrível de cara lavada, 1h depois de acordar.
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Pele oleosa, poros dilatados, marcas de acne, manchas de sol, olhos um pouco inchados (minhas olheiras em geral são assim, mais inchaço do que pigmentação), pés de galinhas e um bigode chinês indecente, além de muitos pelinhos no rosto inteiro. Tá bom ou quer mais? Abaixo, a base aplicada diretamente sobre a pele lavada (sem hidratante ou primer) com o F80 da Sigma.
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Ela uniformiza bem a minha pele e, ao mesmo tempo que matifica, mantem uma certa luminosidade. Eu gosto muito deste efeito. A duração me satisfaz: ela se mantem digna pelas poucas horas que eu costumo usá-la, então não posso opinar muito no aspecto durabilidade.
Agora que já falei dos prós, vamos aos contras: essa base é um pesadelo para levar na viagem! Da primeira vez que levei para passear ela fez uma melança na minha nécessaire, mesmo estando tampada. Ela vasou pelas frestas da embalagem e eu devo ter perdido pelo menos uns 10mL. Deste dia em diante passei a lacrá-la com fita adesiva transparente bem larga toda vez que a levava em viagens.
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O segundo contra é que ela transfere bastante e sempre, não chega a secar em nenhum momento. Fiz o teste no papel e no celular uns 30 minutos depois de aplicá-la (lembrando que também não utilizei nenhum tipo de pó)
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O terceiro contra é a embalagem ser de vidro e, apesar de ser bem resistente, oferecer maior risco de quebra. Enfim, o quarto e último contra é o precinho salgado de R$ 64,70.
Com esta resenha me despeço da Base Líquida da Natura Una e parto para a minha nova fase de bases da Mary Kay.
Um abraço,
Evie